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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Prêmio dardo

Recebi um prêmio, e fico muito feliz em saber que o recebi por Fernando Franco, dono blog Ébrio, uma pessoa que admiro muito, dono provavelmente das palavras mais bonitas que eu leio.

O selo:


"Este selo é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras."


Quem recebe este selo, tem como pedido, dedicá-lo a mais 10 blogs, então, meus 10:

1º- My Drug, por Iule Karalkovas
2º- Meu Vício, Minha Verdade, por Marcelle Medeiros
3º- Pura Loucura, por Kakau Oliveira
4º- Quem se importa?, por Gi
5º- Parabólica, por Bi
6º- Submarino, por Deângela
7º- Misteriosa Essência, por Lizandra Nunes
9º- Reminiscência, por Paju Monteiro
10º- Historinhas da Dani, por Daniele Martins 

Agradeço primeiramente a Fernando Franco, pelo prêmio e por ser o grande escritor que é e por me dar a inspiração que dá e, não menos importante, a todos os meus leitores que sempre compartilham comigo, as minhas alegrias, as minhas tristezas, as minhas solidões, os meus princípios, enfim, meu importante epílogo

domingo, 21 de novembro de 2010

Está difícil...

... ser ou pareces ser alguém, muitos inimigos para a pouca força de amigos. Muitos pesadelos para pouca magia de sonhos. Muito ódio para poucos amores. Muitas dores para poucos prazeres. Muitas dificuldades para poucas facilidades. Muitas idas para poucas vindas e voltas. Muitos 'adeus' para poucos 'olás'. O que me tornou uma menina insuportável, controlada e manipulada. Vivo pois, a esconder meu rosto, como uma boneca de pilhas sem vida dentro de um ser humano. Joguei fora meus sentimentos em troca de nada, quando a minha vontade sempre foi me jogar no lugar deles. Me jogar fora, comprar uma nova, como muitos já fizeram comigo, quem me dera se eu soubesse também fazer isso. Me tornaram uma pessoa insensívelmente vazia e tola, fechada a coisas cotidianas inúteis, que nunca me somarão nada conveniente. Que caia então, mundo inútil. Que caia junto a todos os seus, pois assim nasceria um outro, e quem sabe seria este mundo novo, mais conveniente a mim. Mais proveniente de mim.

Desculpem-me a demora, tempos difíceis para mim.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

minha última fraqueza

Can we work it out? Can we be a family?
I promise I'll be better, Mommy I'll do anything
Can we work it out? Can we be a family?
I promise I'll be better, Daddy please don't leave
In our family portrait, we look pretty happy
Let's play pretend, let's act like it comes naturally
I don't wanna have to split the holidays
I don't want two addresses
I don't want a step-brother anyways
And I don't want my mom to have to change her last name
Pink - Family Portrait
 
A falta de uma família é grande e ruim, mas a III Guerra Mundial que presenciamos, talvez seja pior. Talvez esteja, sim, tudo a desabar. Talvez ficaremos melhor com cada um para seu lado, mas ora, a dor e o ódio tomaram conta de todos nós, e todos nós estamos a perder partes -pouco a pouco- importantes de nós mesmos. Mas apesar de tudo, que está a acontecer, e que está para acontecer, eu amo vocês, e nada vai mudar isso. Sinto falta de tudo, e ainda assim, futuramente, sentirei.
Mamãe talvez um dia se recupere, papai talvez um dia saiba o que fazer, e maninha talvez um dia se reintegre -o que eu acho improvável-, e talvez um dia eu tenha um sorriso completo. O vazio contagiou vocês, o ódio tomou conta de nós, e a impaciência nos tornou pessoas insuportávelmente ignorantes.